O abacate ganhou popularidade nos últimos anos. Este fruto verde e polpudo oferece excelentes benefícios para a saúde. É uma ótima fonte de gorduras monoinsaturadas benéficas para o coração, que têm sido associadas a um menor risco de doenças cardíacas. Contém também vitaminas e minerais, como vitamina K, folato, potássio, vitamina C e vitamina E.
De acordo com uma investigação publicada no Journal of Nutrition and Dietetics, comer abacate pode reduzir o colesterol total e as lipoproteínas de baixa densidade (LDL), vulgarmente conhecido como colesterol mau. Além disso, os investigadores também não encontraram qualquer impacto negativo do consumo de abacate no peso corporal.
O consumo de abacate regula os níveis de colesterol
Os níveis saudáveis de colesterol no sangue são essenciais para manter membranas celulares saudáveis, produzir hormónios como o estrogénio e a testosterona, e para a síntese da vitamina D.
O colesterol mau (LDL) é a principal fonte de placa que obstrui as artérias, enquanto o colesterol bom (lipoproteína de alta densidade — HDL) absorve o LDL e transporta-o de volta ao fígado para ser eliminado do organismo.
Níveis elevados de colesterol mau aumentam o risco de doenças cardíacas
Níveis elevados de colesterol bom podem reduzir o risco de doença cardiovascular. Níveis elevados de colesterol mau podem colocar em maior risco de sofrer um ataque cardíaco e AVC.
Os alimentos ricos em colesterol e gorduras saturadas são a carne, os lactiníceos, os ovos e os alimentos altamente processados, e são estes os produtos que deve evitar para manter um coração saudável.
O abacate contém gorduras monoinsaturadas saudáveis e fitosteróis
Os abacates são ricos em gorduras monoinsaturadas, e o seu consumo pode regular os níveis de colesterol HDL e LDL. São uma ótima fonte de fibra e contêm vitaminas como a C e a K. São também ricos em fitosteróis, que são nutrientes que reduzem o colesterol.
Um estudo de 2019 da Universidade de Penn State sugeriu que comer um abacate por dia pode ajudar a reduzir os níveis de LDL em adultos obesos. Após a dieta com abacate, os participantes também apresentaram níveis mais elevados de luteína, um antioxidante.

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