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Organic Almond Flour
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Try this healthy recipe for Halloween! Delicious cookies with almonds as fingernails. They are vegan, dairy-free, egg-free, refined sugar-free, paleo friendly and spooky!

Almond & Peach Cake

Banana & Almond Muffins

Simple Vegan Oat Cookies

Vegan Nutella

Quinoa Tabbouleh

Quer coma frutos secos crus ou tostados, ambos lhe proporcionam ótimos benefícios para a saúde. 1. Menor risco de contaminação Tostar ou torrar os frutos secos pode reduzir o risco de contaminação. O processamento de qualquer alimento a altas temperaturas, como cozinhar, cozer no forno e tostar, ajuda a eliminar germes e agentes nocivos que podem aparecer no produto. Os frutos secos tostados ficam assim mais purificados e seguros para consumir. 2. Digestão facilitada Os frutos secos tostados são melhores para o sistema digestivo. Os alimentos cozinhados são sempre mais fáceis de digerir do que os alimentos crus. Quando os alimentos são cozinhados ou tostados, é mais provavél que sejam decompostos mais facilmente no estômago. 3. Melhor sabor Tostar confere um melhor sabor aos frutos secos. A tosta melhora o sabor e a textura dos frutos secos. Graças a este processo, ficam mais crocantes e estaladiços e, por isso, mais agradaveis de comer. 4. Valor nutricional dos frutos secos tostados Os frutos secos tostados fazem-lhe bem e proporcionam grandes benefícios para o seu corpo e mente. Contêm quantidades semelhantes (caso não seja adicionado sal, óleo ou açúcar) de proteína, fibra, hidratos de carbono e calorias relativamente aos frutos secos crus; contudo, deve ter em conta que tostar os frutos secos pode danificar o seu conteúdo de gordura saudável e reduzir ligeiramente os seus nutrientes. Existem riscos em comer frutos secos tostados? Tostar alguns tipos de frutos secos a temperaturas elevadas pode levar à formação de uma substância nociva chamada acrilamida. A acrilamida é um composto químico que pode formar-se em alguns alimentos durante processos de cozedura a alta temperatura, como fritar, grelhar, tostar e cozer no forno. Encontra-se frequentemente em bolachas, bolos, pão, cereais, produtos à base de batata, como batatas fritas e chips, e café torrado. Embora a acrilamida tenha sido detetada em amêndoas e pistachios tostados, não foi encontrada em noz-macádâmia, nozes ou avelãs. O consumo moderado de frutos secos tostados não deverá ser prejudicial. 5. Como tostar frutos secos em casa? Precá-aquece o forno a 180 graus C. Espalhe os frutos secos num tébuleiro de ir ao forno e toste-os durante cerca de 5 a 10 minutos. Todos os frutos secos são ótimos para tostar. O tempo de tosta depende do tipo de fruto seco. Os frutos secos mais tenros, como nozes, pacanas, cajus ou pistachios, precisam de um tratamento suave: entre 5 a 8 minutos de tosta. Os frutos secos mais duros, como avelãs, amendoins, amêndoas e noz-macádâmia, precisam de um pouco mais de tempo — entre 8 a 10 minutos para ficarem magnificamente tostados. Os frutos secos estão prontos quando começam a parecer um pouco mais escuros (mas não demasiado!) e têm um aroma tostado e agradavel. A temperatura de tosta tem um impacto muito maior na formação de acrilamida do que o tempo de tosta. Tostar amêndoas a uma temperatura abaixo de 130°C reduzirá a formação de acrilamida.

Já sabemos que as amêndoas oferecem benefícios incríveis para a saúde humana, mas os investigadores encontraram agora mais evidências de que as amêndoas são particularmente benéficas para a saúde intestinal. Um intestino saudável promove a imunidade De acordo com um estudo recente publicado no American Journal of Clinical Nutrition, comer um punhado de amêndoas todos os dias aumenta a produção de butirato. O butirato é um ácido gordo de cadeia curta que melhora a saúde intestinal. No intestino, existem milhares de microrganismos que desempenham um papel essencial na digestão dos nutrientes. Podem influenciar positiva ou negativamente a nossa saúde, incluindo os sistemas digestivo e imunitário. Tudo depende dos alimentos que consumimos. Os resultados de estudos anteriores sugerem que comer alimentos saudáveis pode ser muito benéfico para as bactérias boas do nosso intestino. As amêndoas promovem a saúde intestinal e reforçam a imunidade Uma equipa de cientistas do King's College de Londres investigou a influência das amêndoas inteiras e moídas na estrutura dos micróbios intestinais. Os investigadores recrutaram 87 adultos saudáveis com alguns hábitos pouco saudáveis para participarem no estudo. Tratava-se de pessoas que consumiam snacks pouco saudáveis, como batatas fritas, chocolate e doces, e que já ingeriam menos do que a quantidade recomendada de fibra alimentar. Amêndoas como snack saudável Os investigadores dividiram os participantes em três grupos e recomendaram a mudança de snack durante um período de ensaio de quatro semanas. Grupo um — os participantes substituíram os seus snacks pouco saudáveis por 56 g de amêndoas inteiras por dia. Grupo dois — os participantes mudaram os seus snacks para 56 g de amêndoas moídas por dia. Grupo três — o grupo de controlo, cujos participantes comeram apenas muffins com o mesmo valor energético uma vez por dia. As amêndoas aumentam a produção de butirato Os resultados do estudo mostram que o butirato era significativamente mais elevado entre os participantes que comeram amêndoas, em comparação com os que consumiram muffins. O butirato é a principal fonte de combustível para as células que revestem o intestino grosso (cólon). Quando estas células estão saudáveis e funcionam eficazmente, os micróbios intestinais florescem, criando uma parede intestinal sólida e permitindo que todos os nutrientes essenciais sejam absorvidos. Quando a parede intestinal está enfraquecida, leva rapidamente a inflamação e o organismo não consegue absorver todos os nutrientes de que necessita. As amêndoas podem ajudar a melhorar a obstipação Os investigadores observaram que comer mais amêndoas pode beneficiar quem sofre de obstipação. Embora não tenha sido observada qualquer diferença no tempo de trânsito intestinal (o tempo que os alimentos demoram a percorrer o intestino), os que comeram amêndoas inteiras registaram mais 1,5 evacuações por semana em comparação com os outros participantes. Comentando os resultados do estudo, o Professor Kevin Whelan, Chefe do Departamento de Ciências da Nutrição do King's College de Londres, afirmou: "Parte da forma como a microbiota intestinal influencia a saúde humana é através da produção de ácidos gordos de cadeia curta, como o butirato. Estas moléculas funcionam como combustível para as células do cólon, regulam a absorção de outros nutrientes no intestino e ajudam a equilibrar o sistema imunitário. Pensamos que estes resultados sugerem que o consumo de amêndoas pode beneficiar o metabolismo bacteriano de uma forma com potencial para influenciar a saúde humana." As amêndoas são uma excelente fonte de fibra Os resultados do estudo mostram também que consumir mais amêndoas pode melhorar a alimentação das pessoas, fornecendo-lhes fibra, ácidos gordos monoinsaturados saudáveis, potássio e outros nutrientes importantes, em comparação com o grupo de controlo que comeu muffins como snack diário. O que pode fazer para aumentar os níveis de butirato? A melhor forma de melhorar o seu microbioma intestinal e estimulá-lo a produzir butirato é comer mais produtos de origem vegetal ricos em fibra, amido e pectina, incluindo cereais integrais, frutos secos, sementes, leguminosas, vegetais frescos e fruta. Substitua os seus maus hábitos de petiscar por snacks naturais e saudáveis. Compre amêndoas online na Wholefood Earth e reforce a sua imunidade antes da época de frio.

Not all almonds are equal. The ones we source come from Spain, and that is a deliberate choice rather than a happy accident. Spanish almonds have a reputation among bakers, chocolatiers and chefs for a reason: more flavour, more oil, and a depth you simply do not get from the big, uniform, heavily irrigated nuts that dominate the global market. Here is where they grow, how they grow, and why the Spanish way produces such a good almond. Where they grow Spain is one of the oldest almond-growing countries in the world, and its orchards stretch across a sun-drenched belt down the eastern and southern side of the country. The classic regions are the Levante in the southeast, around Alicante and Murcia, along with Catalonia, Valencia, Aragon and Andalusia. Each area has its own microclimate and soil, which is why Spain grows such a rich mix of traditional varieties rather than a single commercial one. Two of those varieties stand out. Marcona is the famous one: round, plump and buttery, with a sweet, delicate flavour that makes it the almond behind classic turron and marzipan. It is a pure native Spanish variety, not a graft or a hybrid, and is thought to have originated around Alicante. Largueta is the other great Spanish almond, longer and flatter with a firmer bite, traditionally grown across Catalonia, Valencia, Aragon and Murcia. Between them they show off exactly what Spanish terroir can do. How they grow: the dry-farming difference This is the heart of why Spanish almonds taste the way they do. Most of Spain's almond trees, around 83 percent of the planted area, are grown rainfed, or dry-farmed. That means the trees are not irrigated on demand. Instead they live on winter rainfall held deep in the soil, and they have to work for it through the long, hot Mediterranean summer. That mild-winter, hot-summer climate is ideal for almonds, but the lack of irrigation is the clever part. A tree under gentle water stress produces fewer, smaller nuts, but it concentrates everything into them. Spanish almonds end up with a higher oil content, which is what gives them that soft, juicy texture and intense flavour. Research on rainfed Spanish orchards has even found that this kind of water stress can raise the almonds' polyphenol and antioxidant levels, so the nuts are not just tastier but nutritionally richer too. Soil and weather, working together Spain's almond belt sits on a varied patchwork of soils, from clay to sandy to limestone, and different varieties are matched to the ground that suits them best. Combine those soils with hot, dry, sunny summers and cool winters, and you get slow, natural ripening with no shortcuts. The weather does the work that irrigation does elsewhere, and the result shows up in the cup, or in this case, the kernel. Why we choose organic, from there Dry-farmed Spanish orchards are a natural fit for organic growing. Because the trees are already adapted to a low-input, low-water way of life, organic methods suit them rather than fight them. Good growers use legume cover crops between the trees, which restore soil fertility, hold moisture, prevent erosion and keep the ground alive without synthetic inputs. Organic rainfed farming does come at a cost: yields are a little lower, by roughly ten percent, which is part of why these almonds command a higher price. But studies of these marginal, low-input growing areas consistently find the nuts come out with higher nutritional quality. For us that trade-off is worth it. We would rather have fewer, better almonds, grown in a way that looks after the soil, than a cheaper nut grown intensively. The harvest Almonds are harvested at the end of the long summer, usually from late August into autumn, once the green outer hull has split to reveal the shell inside. Timing is everything, because harvest date has a real effect on the almond's chemical make-up and flavour, so the nuts are picked when they are properly ripe rather than to suit a schedule. Traditionally the trees are shaken and the fallen nuts gathered, then hulled, dried and sorted. It is a rhythm that has barely changed in centuries, and it still produces a better nut. Spanish almonds are not the biggest or the cheapest, and that is exactly the point. Grown on old varieties, dry-farmed under the Mediterranean sun, ripened slowly in varied soils and harvested when they are ready, they offer more oil, more flavour and more goodness per nut. Choosing organic from Spain means choosing the way of growing almonds that puts quality and the land ahead of sheer volume, and you can taste the difference. Variety availability and growing practices vary by season and supplier. Check the product information for details on each almond we stock.

Deixar de consumir Alimentos Ultraprocessados (AUPs) não significa que tenha de se tornar um chef a tempo inteiro. O segredo para uma lancheira saudável e de alimentos integrais é a montagem, não apenas a culinária. Na Whole Food Earth, simplificámos o processo numa lista de verificação de 5 passos. Se tiver estes ingredientes essenciais no seu armário (comprados a granel para poupar tempo e dinheiro), pode preparar um almoço equilibrado e rico em nutrientes em menos de cinco minutos. A Lista de Verificação de 5 Passos para a Lancheira 1. A Base de "Libertação Lenta" (O Prato Principal) Evite pães brancos e processados que causam quebras de energia ao final da tarde. A Solução de 5 Minutos: Uma wrap ou pita de trigo integral recheada com Grão-de-bico Biológico Whole Food Earth (amassado com um pouco de abacate ou iogurte grego) para um recheio rápido estilo "coronation". A Solução Profissional: Mantenha um lote de Quinoa Biológica cozida ou Massa de Trigo Integral no frigorífico para misturar com azeite e sementes em 60 segundos. 2. A "Crocância" (Os Legumes) Os legumes fornecem a fibra essencial que os snacks processados não têm. A Solução de 5 Minutos: Corte pepino, pimentos ou cenouras em palitos para molhar. A Solução Profissional: Adicione um pequeno recipiente de hummus ou manteiga de sementes sem frutos secos para mergulhar. 3. O "Doce Natural" (A Fruta) Troque as "gomas de fruta" (que muitas vezes são apenas açúcar e espessantes) por fruta verdadeira. A Solução de 5 Minutos: Uma maçã, um punhado de uvas ou uma tangerina. A Solução Profissional: Embale algumas das nossas Tâmaras Medjool Biológicas ou Damascos Secos. Proporcionam o prazer "de guloseima" que as crianças adoram, mas com a fibra que evita picos de açúcar. 4. O "Combustível para o Cérebro" (O Snack) É aqui que substitui as batatas fritas ou as barras de cereais processadas. A Solução de 5 Minutos: Um pequeno punhado de Sementes de Abóbora ou Sementes de Girassol (perfeitas para escolas sem frutos secos). A Solução Profissional: Bolinhas de Energia caseiras. Dedique 10 minutos ao domingo a triturar Aveia Biológica, tâmaras e um pouco de água, depois molde em bolinhas. Duram a semana toda no frigorífico. 5. A Hidratação A Única Opção: Água. Se o seu filho achar aborrecida, adicione algumas Bagas de Goji Biológicas ou uma rodela de limão à garrafa para uma "infusão" natural sem açúcar. 3 "Truques" de Lancheira Whole Food para Manhãs Atarefadas O Frasco da "Pré-Preparação": Use os nossos Frascos de Vidro para guardar legumes pré-cortados ou frutos silvestres pré-lavados. Torna a tarefa de "apanhar e embalar" uma questão de 10 segundos. A Granel é Melhor: Não compre embalagens individuais de snacks. Compre o seu Grão-de-bico Biológico Torrado ou Frutos Secos Crus nas nossas embalagens de 1 kg ou 2 kg. É mais económico, reduz o desperdício de plástico e garante que nunca fique sem stock a meio da semana. Verifique a "Política de Frutos Secos": Muitas escolas no Reino Unido proíbem frutos secos. Se for o caso, substitua a manteiga de amêndoa por Manteiga de Sementes de Girassol e use sementes em vez de frutos secos nas suas receitas caseiras. A Promessa Whole Food Earth: Precisão à Sua Porta Sabemos que quando gere uma casa, precisa de fiabilidade. Quer encomende uma embalagem de 1 kg de Aveia de Porridge Biológica para os pequenos-almoços da semana, ou uma embalagem a granel de sementes para o trimestre, não deixamos nada ao acaso. Cada encomenda é verificada no nosso posto de expedição. A nossa equipa garante que recebe exatamente aquilo pelo que pagou, para que o seu orçamento de "compra a granel" renda mais. Num mundo de porções cada vez menores e custos crescentes, oferecemos uma garantia de valor e qualidade com peso verificado. Pronto para abastecer a sua estação de lancheiras? Desde os ingredientes crus essenciais aos snacks saudáveis, encontre tudo o que precisa para alimentar o dia deles. Comprar Snacks Saudáveis Explorar a Nossa Gama Biológica

Já todos ouvimos o conselho de comer mais vegetais e reduzir o açúcar. Mas um novo estudo inovador revelou um aviso muito mais urgente: mesmo um pequeno aumento nos Alimentos Ultraprocessados (AUPs) pode aumentar significativamente o risco de acidente vascular cerebral (AVC) e declinio cognitivo — independentemente do quão saudável é o resto da sua dieta. Na Whole Food Earth, sempre defendemos uma abordagem de "regresso ao básico" na nutrição. À medida que as evidências científicas contra o processamento industrial dos alimentos se acumulam, está a tornar-se claro que o segredo para uma saúde duradoura não se encontra num laboratório, mas no solo. A Regra dos 10%: Uma Pequena Mudança com Grandes Consequências Um estudo recente publicado na revista Neurology acompanhou 30.000 participantes ao longo de 20 anos. As conclusões foram um alerta para quem depende de refeições "prontas a comer". Os investigadores constataram que por cada aumento de 10% no consumo de alimentos ultraprocessados, o risco de compromisso cognitivo aumentou 16%. Talvez mais chocante tenha sido o impacto no risco de AVC, que foi 8% superior para os que mais consumiam AUPs. Um Impacto Desproporcional O estudo, conhecido como REGARDS (REasons for Geographic and Racial Differences in Stroke), destacou disparidades significativas. Para os participantes negros, o risco de AVC aumentou para 15% com elevado consumo de AUPs, em grande parte devido ao impacto destes alimentos na pressão arterial elevada. Em contrapartida, o estudo ofereceu um raio de esperança: os que priorizaram alimentos não processados ou minimamente processados viram o seu risco de compromisso cognitivo diminuir 12% e o risco de AVC cair 9%. O Que São Exatamente os Alimentos Ultraprocessados? No Reino Unido, os AUPs representam mais de metade da dieta média. Mas como os identificar? Ultraprocessados: Sopas pré-embaladas, pizzas congeladas, refeições prontas a comer, refrigerantes, bolachas de supermercado e "alimentos de prazer" como salsichas e hot dogs. São tipicamente ricos em sal, açúcar e calorias, mas perigosamente pobres em fibra. Minimamente Processados: Ingredientes culinários simples como Óleos Prensados a Frio, ervas aromáticas e sal, ou legumes congelados sem químicos adicionados. Não Processados: Frutas frescas, legumes, ovos e Grãos Biológicos e Leguminosas no seu estado cru. Por Que os AUPs Sabotam uma Dieta Saudável? Pode estar a tentar seguir uma dieta mediterrânica ou DASH, mas "escorregar" com snacks ultraprocessados pode desfazer todo o seu esforço. Os especialistas apontam várias razões pelas quais os alimentos industriais são tão prejudiciais: Desajuste Nutricional: Os AUPs são concebidos para ser "hiperpaláveis" mas carecem das vitaminas e minerais essenciais de que o seu cérebro necessita para funcionar. Picos de Açúcar no Sangue: Elevados níveis de açúcares refinados conduzem à resistência à insulina, um fator de risco chave para doenças vasculares e demências. A Conexão Intestinal: Aditivos como emulsionantes, corantes e adocionantes artificiais perturbam o microbioma intestinal, originando inflamação sistémica — o "assassino silencioso" das células cerebrais. Inflamação: Ingredientes como nitratos (encontrados em carnes processadas) estão diretamente associados a danos vasculares no coração e no cérebro. Como "Desprocessar" a Sua Despensa O Dr. Andrew Freeman, cardiologista de renome, sugere uma mudança simples: "O que pensamos como 'comida conveniente' realmente precisa de mudar de um pacote de batatas fritas para uma maçã ou uma cenoura." Na Whole Food Earth, tornamos essa mudança fácil. Eis como pode trocar os "alimentos de fábrica" por alimentos integrais que estimulam o cérebro: Troque as Refeições Prontas por Cozínha em Lote: Use as nossas Lentilhas Vermelhas Biológicas ou Grão-de-bico Biológico para criar estufados reconfortantes que se podem congelar facilmente. Abandone as Bolachas de Supermercado: Faça as suas próprias usando Flocos de Aveia Biológicos, Cacau Cru e Adocionantes Naturais como Mel de Manuka ou tâmaras. Substitua os Snacks Salgados: Em vez de batatas fritas, experimente os nossos Frutos de Casca Rija Ativados ou Sementes de Abóbora Biológicas Torradas para um estaladir saciante e rico em nutrientes. Melhore os Seus Grãos: Passe da massa branca e processada para Quinoa Tri Cor Biológica ou Trigo-sarraceno Biológico, que fornecem a energia de libertação lenta de que o seu cérebro necessita. Em Conclusão A ciência é clara: o nosso cérebro não está concebido para processar químicos industriais. Ao reduzir a sua dependência da "conveniência" ultraprocessada e ao regressar a uma dieta de alimentos integrais e cultivados na terra, não está apenas a comer — está a proteger o seu futuro. Proteja a saúde do seu cérebro hoje. Compre a nossa gama completa de Produtos Básicos de Despensa Biológicos Não Processados aqui e junte-se à revolução dos alimentos integrais.

No mundo da saúde e nutrição, o rótulo “Orgânico” é frequentemente tratado como uma varinha mágica. São-nos ditas que o orgânico é sempre melhor, sempre mais seguro e sempre vale o preço premium. Mas na Whole Food Earth, preferimos a honestidade aos slogans de marketing. A verdade é mais matizada. 1. O Que Garante Efetivamente o Rótulo “Orgânico”? Para compreender o valor, temos primeiro de eliminar os mitos. No Reino Unido, a certificação orgânica regula rigorosamente como um alimento é cultivado e processado. Sem Pesticidas Sintéticos: Este é o ponto crucial. A agricultura orgânica proibe a utilização da maioria dos herbicidas sintéticos (como o glifosato) e pesticidas. Sem Adubos Artificiais: Em vez de pulverizações químicas, os agricultores orgânicos usam composto, estrume e rotação de culturas para nutrir o solo. Sem OGM: As normas orgânicas proibem rigorosamente a utilização de Organismos Geneticamente Modificados. Sem Aditivos “Furtivos”: O processamento orgânico proibe a utilização de aditivos controversos como o Dióxido de Enxofre (E220) — o produto químico usado para branquear frutas secas convencionais. 2. Quando o Orgânico é Verdadeiramente Importante (Os Alimentos de “Alto Impacto”) Se procura priorizar o seu orçamento para produtos orgânicos, concentre-se nos alimentos de “alta absorção” ou muito pulverizados na agricultura convencional. O Fator “Enxofre” nas Frutas Secas Aqui a Whole Food Earth toma uma posição. As frutas secas convencionais — como damascos e figos — são quase sempre tratadas com enxofre para as manter brilhantes e “bonitas”. A certificação orgânica proibe isso. Quando compra os nossos Figos Secos ao Sol Orgânicos, está a obter fruta curada pelo sol, sem os irritantes respiratórios presentes nas alternativas com enxofre. Cacau e Superalimentos Produtos como Cacau em Pó Orgânico e Pó de Maca são muitas vezes cultivados em ecossistemas delicados. Aqui, o abastecimento orgânico não é apenas para a sua saúde; é pelo solo. A agricultura de cacau orgânica encoraja a agrofloresta (cultivo de árvores entre outras plantas), que protege a biodiversidade tropical e garante que os grãos não absorvem adubos sintéticos. 3. Quando o Rótulo Não é Tudo É o alimento convencional “veneno”? Não. E é o alimento orgânico sempre “perfeito”? Não necessariamente. Aqui está a visão equilibrada: A Lacuna do “Pequeno Agricultor”: Muitos incríveis agricultores tradicionais em regiões como Portugal ou a Turquia seguem princípios orgânicos — não usam produtos químicos e secam a fruta ao sol — mas não podem pagar a burocracia cara de uma “Certificação Oficial”. Na Whole Food Earth, a nossa “Revolução de Abastecimento” envolve encontrar estas joias “convencionais” de alta integridade que são tão limpas como as orgânicas mas mais acessíveis no preço. Densidade Nutricional: A ciência ainda debate se uma maçã orgânica tem significativamente mais Vitamina C do que uma convencional. A diferença real está muitas vezes nos Fitoquimicos — as plantas cultivadas sem pesticidas desenvolvem frequentemente antioxidantes naturais mais fortes para se protegerem. A “Armadilha” dos Processados: Uma bolacha orgânica ainda é uma bolacha. Não deixe o rótulo orgânico distraí-lo da lista de ingredientes. Não Processado é sempre uma prioridade mais alta do que Orgânico. 4. O Impacto Ambiental: O Solo é a Alma A verdadeira razão para optar pelo orgânico muitas vezes não tem nada a ver com a contagem de calorias. É sobre a Saúde do Solo. A agricultura convencional pode levar à depleção do solo, onde a terra se torna um meio estéril que só produz alimentos porque está a ser “alimentada” com produtos químicos. A agricultura orgânica trata o solo como um organismo vivo. O solo saudável captura mais carbono, retm mais água e produz alimentos com um “Terroir” mais complexo — aquele sabor profundo e terroso que se consegue realmente sentir nas nossas Botões de Licor de Cacau Orgânico. 5. Como Comprar com Inteligência na Whole Food Earth Fornecemos opções Orgânicas e Convencionais de alta qualidade porque acreditamos na escolha informada. Opte por Orgânico para: Pós de superalimentos foliares, cacau e qualquer fruta seca onde queira evitar o enxofre (E220). Opte por Convencional para: Produtos com peles naturais espessas ou artigos dos nossos produtores tradicionais de confiança. O Veredito: Integridade em Detrimento dos Rótulos No final do dia, a melhor dieta é aquela construida sobre Alimentos Integrais Não Processados. Quer tenha um selo orgânico ou seja um produto convencional meticulosamente avaliado da nossa loja, o objetivo é o mesmo: aproximá-lo da terra e afastamento da fábrica. Explore hoje a nossa gama completa de produtos Orgânicos e Naturais e decida o que mais importa para a sua cozinha.
























